RADAR DO DIA: Atenção para Precatórios, Auxílio Brasil e Eletrobras

São Paulo – As principais bolsas da Europa trabalham sem direção única com investidores monitorando os dados mais recentes da zona do euro e o avanço dos casos de coronavírus na região, com mais países considerando restrições mais rígidas e bloqueios parciais para reduzir o aumento das infecções.

Nos Estados Unidos, os futuros operam em queda em dia de agenda cheia com a divulgação de dados da inflação, PIB e a ata da reunião de política monetária do Federal Reserve.

No Brasil, o líder do governo e relator da PEC dos Precatórios, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), fará a leitura de seu parecer em reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado.

Após a leitura, poderá ser concedido pedido de vista de 24 horas aos senadores, o que possibilitará a votação do texto amanhã.

Ainda hoje, a Câmara dos Deputados pode votar a medida provisória que criou o programa de renda Auxílio Brasil (MP 1061/21). Também na pauta estão emendas do Senado ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 134/19, sobre certificação de entidades beneficentes. A sessão do Plenário está marcada para as 13h55.

A MP 1061/21 troca o programa de distribuição de renda Bolsa Família pelo Auxílio Brasil, mudando alguns critérios para recebimento e criando incentivos adicionais ligados ao esporte, desempenho no estudo e inserção produtiva.

Em âmbito corporativo, a Equatorial Energia assumiu o controle da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) após o cumprimento das condições e formalidades previstas no edital do leilão que a empresa foi vencedora.

O consumo de energia elétrica no Brasil na primeira quinzena de novembro foi de 61.924 MW médios, recuo de 2,4% na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

A Multiplan inaugurou seu vigésimo shopping center de seu portfólio, o ParkJacarepaguá, localizado na zona oeste do Rio de Janeiro (RJ).

A Companhia de Geração e Transmissão de Energia Elétrica do Sul do Brasil (CGT Eletrosul), controlada da Eletrobras, efetivou a aquisição de 49% da participação detida pela Companhia Estadual de Transmissão de Energia Elétrica (CEEE-T) na Transmissora Sul Litorânea de Energia (TSLE), anunciada em maio, pela qual pagará R$ 217,5 milhões, em até 30 dias, quando será realizada a transferência das ações.

O Conselho de Administração da Rumo, subsidiária da Cosan, aprovou a eleição de Rafael Bergman ao cargo de Vice-Presidente Financeiro e de Relações com Investidores, a partir de 2 de janeiro, em razão da renúncia de Ricardo Lewin.

O conselho de administração da Compass, subsidiária da Cosan, aprovou a renúncia do diretor financeiro e de Relações com Investidores Rafael Bergman, a reeleição do diretor presidente Nelson Roseira Gomes Neto, do diretor de M&A, Ricardo Niemeyer Hatschbach, e a eleição de Frederico Suano Pacheco de Araújo, ao cargo de diretor jurídico, e Demétrio Antonio de Toledo Magalhães Filho, à posição de diretor financeiro e de Relações com Investidores, todos com vigência a partir de 2 de janeiro de 2022.

O conselho de administração da Cosan aprovou que o atual diretor financeiro e de relações com investidores (RI), Marcelo Eduardo Martins, assumirá a posição de vice-presidente de estratégia da companhia a partir de 2 de janeiro de 2022, que estará estará totalmente focado na alocação de capital da companhia e de suas investidas. O cargo de diretor vice-presidente financeiro e RI passará a ser ocupado pelo Ricardo Lewin, diretor financeiro e de RI da Rumo, controlada da companhia, desde 2017.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a alteração da data contratual de reajuste e revisão tarifária da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), controlada da Equatorial Energia, e a prorrogação do prazo de vigência das tarifas da concessionária. Com a medida, fica autorizada a emissão do contrato de concessão, a a nova data de aniversário contratual, fixada em 13 de dezembro de cada ano.

O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) afirma que as mudanças propostas em relação à flexibilização da tutela à bandeira não trazem redução de preço, provocam desorganização no mercado, confundem o consumidor e desestimulam investimento, disse, em questionamentos sobre as alterações estabelecidas pela Resolução ANP N 858/21 e propostas ainda na MP 1063/21 e na MP 1069/21 que, entre outros aspectos, permitem que um posto bandeirado comercialize combustível de fornecedor diferente da marca comercial que exibe.