Vamos dar o auxilio emergencial e ver os proximos 3 meses

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Entrevista coletiva do ministro da economia, Paulo Guedes. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Brasília – O ministro da Economia Paulo Guedes, afirmou que pretende fazer uma nova rodada do auxílio emergencial, mas afirmou que para isso é preciso que o Congresso colocar a PEC de guerra como um mecanismo dentro do Pacto Federativo como uma cláusula de calamidade que garanta contrapartidas para o caso da doença permanecer. Essa proposta estabelece um novo Orçamento de Guerra, tendo como contrapartida o corte de gastos.

“Temos que ter responsabilidade com as futuras gerações e mostrar que não somos oportunistas e covardes. Se a doença voltou colocaremos uma camada de proteção temporária, mas dentro de um protocolo que caso a doença permaneça as contrapartidas estarão estabelecidas e assim não corremos risco de descontrole fiscal completo”.

O ministro afirmou ainda que incialmente o auxílio será dado por 3 ou 4 meses enquanto observa-se o avanço da vacinação em massa e o comportamento da doença. “Se após esses meses a vacinação não tiver avançado e a doença persistir a nossa geração terá que usar justamente o protocolo de crise. Não vai faltar dinheiro para a saúde, mas teremos que cortar outros gastos e mostrar que somos sérios e responsáveis”.