Petrobras reduz preços do GLP em 5,5%, para R$3,27 a partir de amanhã

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Divulgação Petrobras

São Paulo – A Petrobras anunciou hoje que vai reduzir seus preços de venda às distribuidoras a partir de sábado (9/4), quando o preço médio de venda de GLP da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,48 para R$ 4,23 por kg – o que representa uma redução de 5,6%. A redução equivale a R$ 54,94 por 13kg, refletindo redução média de R$ 3,27 por 13 kg.
“Acompanhando a evolução dos preços internacionais e da taxa de câmbio, que se estabilizaram em patamar inferior para o GLP, e coerente com a sua Política de Preços, a Petrobras reduzirá seus preços de venda às distribuidoras”, informou a estatal em nota.
ÚLTIMOS REAJUSTES
As últimas mudanças de preços da estatal foram anunciadas em 10 de março. O GLP, cujo último ajuste de preços havia sido em 9 de outubro de 2021, aumentou de R$ 3,86 para R$ 4,48 por kg em 11 de março, equivalente a R$ 58,21 por 13kg, refletindo reajuste médio de R$ 0,62 por kg.
Na mesma data, os preços de venda da gasolina e diesel para as distribuidoras passaram de R$ 3,25 para R$ 3,86 por litro, e de R$ 3,61 para R$ 4,51 por litro, respectivamente, após 57 dias sem anunciar reajustes nos combustíveis.
No caso da gasolina, considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passou de R$ 2,37, em média, para R$ 2,81 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,54 por litro.
Para o diesel, considerando a mistura obrigatória de 10% de biodiesel e 90% de diesel A para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passou de R$ 3,25, em média, para R$ 4,06 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,81 por litro.
Na ocasião, a estatal disse que “após observar preços em patamares consistentemente
elevados, considerou necessário “promover ajustes nos seus preços de venda às distribuidoras para que o mercado brasileiro continue sendo suprido, sem riscos de desabastecimento, pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros produtores, além da Petrobras.”
“Adicionalmente, a redução na oferta global de produto, ocasionada pela restrição de acesso a derivados da Rússia, regularmente exportados para países do ocidente, faz com que seja necessária uma condição de equilíbrio econômico para que os agentes importadores tomem ação imediata, e obtenham sucesso na importação de produtos de forma a complementar o suprimento de combustíveis para o Brasil”, acrescentou.