Petrobras não consegue arrendar terminal na BA

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Refinaria Alberto Pasqualini (Refap). (Foto: André Valentim/Agência Petrobras)
Refinaria Alberto Pasqualini (Refap). (Foto: André Valentim/Agência Petrobras)

São Paulo – A Petrobras informou que após a abertura das propostas para o arrendamento do Terminal de Regaseificação de GNL e instalações associadas, no estado da Bahia, a BP Energy solicitou o pedido de postergação da abertura das propostas, Compass Gás e Energia, da Cosan, desistiu do negócio, enquanto a Golar Power teve sua proposta negada por apresentar alto risco de integridade.

Agora o processo licitatório entrará em fase recursal. Caso o certame seja encerrado sem que propostas válidas tenham sido obtidas pela Petrobras, a companhia afirmou que realizará novo processo.

O TR-BA consiste em um píer tipo ilha para atracação e amarração de um navio FSRU (Floating Storage and Regasification Unit) diretamente ao píer e de um navio supridor a contrabordo do FSRU. A transferência de GNL é feita diretamente entre o FSRU e o supridor na configuração side by side. A vazão máxima de regaseificação do TR-BA é de 20 milhões de metros cúbicos por

dia (m/d).

O gasoduto integrante do terminal possui 45 quilômetros de extensão e 28 polegadas de diâmetro, interligando o TR-BA a dois pontos de entrega, a Estação Redutora de Pressão de São Francisco do Conde e a Estação de Controle de Vazão de São Sebastião do Passé.

O processo de venda também inclui os equipamentos para geração e suprimento de energia elétrica localizados no Terminal Aquaviário de Madre de Deus (TEMADRE). O FSRU não faz parte do processo de arrendamento do terminal.