Condições econômicas do Japão melhoraram, diz Tankan

111

São Paulo – As condições econômicas das empresas japonesas melhoraram entre junho e setembro deste ano, segundo a pesquisa
trimestral Tankan realizada pelo Banco do Japão (BoJ). O levantamento foi feito com 9.537 empresas de diferentes tamanhos, sendo 3.944 indústrias e 5.593 empresas de serviços.

O índice que mede o sentimento das grandes indústrias em relação à situação atual registrou -27 pontos em setembro, uma alta de 7 pontos em comparação com junho. O BoJ calcula o indicador fazendo a subtração entre o número de empresas que classificam as condições como favoráveis e as que consideram as condições ruins, logo, quando maior o número, mais empresas estão otimistas.

Esta é a primeira alta no índice em três anos, depois de marcar seis semestres consecutivos de quedas, chegando ao seu menor nível em 11 anos no relatório anterior.

Para a indústria de médio porte, o índice passou de -36 pontos em junho para -34 pontos em setembro e, para as pequenas, subiu de -45 pontos para -44 pontos. Para os próximos três meses, as grandes indústrias preveem avanço de -27 para -17 pontos, as médias preveem alta de -41 para -30 pontos, e as pequenas preveem que o índice subirá de -47 para -38 pontos.

Já no setor de serviços, o índice das grandes empresas subiu de -17 pontos em junho para -12 pontos em setembro. Nas médias prestadoras de serviço houve avanço de -27 pontos para -23 pontos, e nas pequenas o índice teve alta de -26 pontos para -22 pontos.

Em relação aos próximos três meses, as grandes empresas de serviços preveem alta de -14 para -11 pontos, as médias estimam avanço de -29 pontos para -25 pontos e as pequenas, alta de -33 para -27 pontos.

O índice que mede o sentimento das grandes indústrias em relação à situação atual registrou -27 pontos em setembro, uma alta de 7 pontos em comparação com junho. O BoJ calcula o indicador fazendo a subtração entre o número de empresas que classificam as condições como favoráveis e as que consideram as condições ruins, logo, quando maior o número, mais empresas estão otimistas.

Esta é a primeira alta no índice em três anos, depois de marcar seis semestres consecutivos de quedas, chegando ao seu menor nível em 11 anos no relatório anterior.

Para a indústria de médio porte, o índice passou de -36 pontos em junho para -34 pontos em setembro e, para as pequenas, subiu de -45 pontos para -44 pontos. Para os próximos três meses, as grandes indústrias preveem avanço de -27 para -17 pontos, as médias preveem alta de -41 para -30 pontos, e as pequenas preveem que o índice subirá de -47 para -38 pontos.

Já no setor de serviços, o índice das grandes empresas subiu de -17 pontos em junho para -12 pontos em setembro. Nas médias prestadoras de serviço houve avanço de -27 pontos para -23 pontos, e nas pequenas o índice teve alta de -26 pontos para -22 pontos.

Em relação aos próximos três meses, as grandes empresas de serviços preveem alta de -14 para -11 pontos, as médias estimam avanço de -29 pontos para -25 pontos e as pequenas, alta de -33 para -27 pontos.