Vazamento de óleo no RJ diminui, diz Petrobras

Por Gustavo Nicoletta

Petrobras
FPSO Saquarema. Foto: Divulgação/Petrobras

São Paulo – O vazamento de óleo do navio-plataforma Rio de Janeiro, na Bacia de Campos, diminuiu e a embarcação, que apresenta trincas, segue estável e em condições normais de calado e inclinação, afirmou a Petrobras em um comunicado.

De acordo com a companhia, em novo sobrevoo na área do vazamento, foi observado que a mancha de óleo no mar diminuiu para 0,4 metro cúbico, ou o equivalente a 400 litros. Ontem, a mancha era de aproximadamente 6,6 metros cúbicos (6.600 litros) de óleo no mar. Antes disso, a Petrobras já havia detectado e recolhido 1,2 metro cúbico (1.220 litros) de óleo que havia vazado.

Os vazamentos estão vindo do FPSO Rio de Janeiro, um navio-plataforma operado pela Modec e que está fora de operação desde o ano passado. Ele está no campo de Espadarte, na Bacia de Campos, a cerca de 130 quilômetros do litoral fluminense.

Quando entrou em operação, o Rio de Janeiro tinha capacidade de produzir até 100 mil barris de petróleo por dia e 2,5 milhões de metros cúbicos de gás, e tinha capacidade para estocar 1,6 milhão de barris de petróleo.

Em documento divulgado anteontem, a Petrobras disse que a Modec constatou “aumento na extensão das trincas desde o início da ocorrência”.

Hoje, a empresa não mencionou as trincas e disse que já está em Macaé (RJ) uma equipe que determinará a melhor maneira de remover a plataforma do local.

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