RADAR DO DIA: Balanços são destaque no dia; BRF, MRV, Suzano e CVC

São Paulo – Os principais índices acionários do mundo operam em direções distintas, ainda tendo como principal indutor as tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China, por elevarem a chance de que a economia mundial caminhe para uma recessão, segundo avaliação do relatório matinal da Correparti.

POLÍTICA

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) entregou ao Senado o texto aprovado da Reforma da Previdência. A expectativa é que a reforma seja aprovada até o final de setembro.

Em um evento da fundação Lehman, Maia afirmou que o presidente Jair Bolsonaro é um “produto do nosso erro”, que reflete a questão “onde nós erramos?’. Ao seu lado estava o secretário de privatizações do governo, Salim Mattar, entusiasta da eleição de Bolsonaro.

Os Estados Unidos aprovaram a nomeação de Eduardo Bolsonaro como embaixador do Brasil no país. Jair afirmou que a rejeição do nome do filho pelo Senado será encarada como uma ofensa.

O pacote anticrime de Sérgio Moro, que já vinha sendo desidratado, foi colocado na geladeira por Bolsonaro, que elegeu a reforma tributária como prioridade após a Previdência.

Moro precisou explicar ao ministro Luiz Fux, do Supremo, que não mandou destruir as provas coletadas via hackers. Ele negou mesmo tendo dito publicamente o contrário.

EMPRESAS

A BRF teve lucro líquido de R$ 191 milhões no segundo trimestre do ano, revertendo o prejuízo que teve um ano atrás. O resultado foi impactado pelo plano estratégico que visa aumentar os lucros com baixos níveis de investimentos comerciais diretos, principalmente para o canal varejo, e com o aumento dos preços médios em 14,8%.  

A Petrobras Biocombustíveis, subsidiária da Petrobras, assinou contrato para a venda de sua participação na Belem Bioenergia Brasil para a Galp Bioenergy, que já detém 50% de participação da empresa por R$ 24,7 milhões.

O lucro líquido consolidado das Lojas Americanas cresceu 22 vezes, ou 2110% no segundo trimestre, ante lucro de R$ 5,1 milhões no mesmo trimestre do ano passado.

A Suzano Papel e Celulose reverteu o prejuízo de R$ 2,060 bilhão no segundo trimestre de 2019 e teve lucro líquido de R$ 700 milhões no período.

O lucro líquido da B3 totalizou R$ 654,6 milhões no segundo trimestre deste ano, queda de9,7% na comparação com igual período do ano passado.

A MRV Engenharia registrou lucro líquido ajustado de R$ 190 milhões no segundo trimestre de 2019, 14,6% superior ao registrado no mesmo período de 2019.

A CVC Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 41,1 milhões no segundo trimestre deste ano, uma alta de 16,9% em relação ao observado no mesmo período do ano anterior.

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