RADAR DO DIA: Atenção aos papéis de Petrobras e BR após anúncio de oferta

São Paulo – O mercado brasileiro deve repercutir o andamento da reforma da Previdência, que caminha para a reta final na comissão especial com muitas incertezas.

Lideranças do centrão aponta para “pontas soltas” no parecer do relator, o que na prática implicará no atraso da votação final na Comissão Especial. Os Estados e municípios ficaram de fora do texto. Presidente Jair Bolsonaro, após ser chamado de ‘traidor’, entra na negociação para atender pedidos de delegados de política na reforma.

No relatório apresentado, fim da isenção da contribuição previdenciária a exportadores rurais permitirá manter a economia com a reforma da Previdência acima de R$ 1 trilhão em dez anos.

A estimativa inclui a redução de despesas de R$ 933,9 bilhões e aumento de receitas (por meio de alta de tributos e fim de isenções) de R$ 137,4 bilhões. A proposta original, enviada pelo governo em fevereiro, previa uma economia de R$ 1,236 trilhão em uma década, mas não incluía elevação de receitas.

No âmbito empresarial, a principal notícia é que a Petrobras anunciou que irá realizar uma oferta pública de distribuição secundária de suas ações na BR Distribuidora. A oferta base das ações será de 25%, podendo chegar até 33,75% do capital social da companhia, a depender do exercício do lote adicional e do lote suplementar.

O preço médio para venda de imóveis residenciais teve uma queda de 0,03% no mês de junho, de acordo com o índice FipeZap. A variação coincide com o índice IPCA no período (-0,03%), fechando o mês em estabilidade em termos reais. Maceió foi a cidade com maior alta no preço (+1,27%), e Salvador teve o maior recuo (-0,41%).

A Vale informou que discorda da sugestão do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado Federal sobre o desastre de Brumadinho. O documento pediu o indiciamento de funcionários e executivos da empresa.

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