RADAR: Atenção a dia “D” da Previdência com mercado fechado

São Paulo – A reforma da Previdência terá um dia decisivo na Câmara dos Deputados, com o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), articulando para que o debate sobre a medida comece hoje e seja votada em primeiro turno na noite desta terça-feira.

O grande dilema em relação à reforma neste momento gira em torno de garantir apoio suficiente à medida sem desidratá-la e, com isso, diminuir as chances de adoção de um regime previdenciário de capitalização.

O presidente Jair Bolsonaro pediu recentemente que os deputados lutassem por regras mais benéficas a policiais na reforma da Previdência quando o assunto chegasse ao plenário.

Ontem, no entanto, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afastou a necessidade de alterações à reforma para se atingir este objetivo, mencionando um dispositivo do texto que garante aposentadoria integral para quem já for policial no momento em que a reforma virar lei.

Os benefícios aos policiais são uma pauta pleiteada por integrantes do PSL, o partido de Bolsonaro, e a ausência de medidas neste sentido na reforma da Previdência pode diminuir o grau de apoio dos 54 deputados da sigla ao projeto.

O governo também vai liberar ministros com mandato de deputado para votar a favor da reforma da Previdência.

Em âmbito corporativo, a Petrobras recomprou 222,4 milhões de euros e 252,5 milhões de libras em títulos de dívida com vencimento entre 2021 e 2034, e avalia incluir mais 100 milhões de libras nesses papéis na transação, de acordo com comunicado enviado pela companhia à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Além disso, o conselho de administração da Petrobras convocou uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para 9 de agosto para que os acionistas votem sobre dois membros do conselho de administração indicados pelo governo e também a respeito da remoção das ações da companhia da bolsa de valores da Argentina.

A Klabin Austria, subsidiária da Klabin, precificou títulos representativos da dívida garantidos pela companhia no valor total de US$ 250 milhões com yield de 4,90% ao ano, com vencimento em 2029.

Os conselheiros da Cyrela autorizaram o resgate antecipado facultativo das debêntures da 8 emissão com o pagamento do valor unitário não amortizado das debêntures acrescido de remuneração calculada pro rata temporis mais prêmio flat de 1,00% sobre o valor base do regate.

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