Produção no Brasil e exterior alcança 2,633 mi de boed no 2T19

Por Leandro Tavares

PetrobrasSão Paulo – A produção no Brasil e no exterior de óleo, líquido de gás natural (LGN) e gás natural da Petrobras no segundo trimestre de 2019 alcançou 2,633 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), queda de 1,0% na comparação anual.

No Brasil, a produção de total de foi 2,533 milhões de boed, queda de 0,4% na comparação com o mesmo período de 2018. No exterior, a produção total foi de 81 milhões de boed, baixa de 16,2% na mesma base de comparação.

No pré-sal, a estatal produziu 1,168 milhões de bpd, alta de 17,7% na comparação anual, influenciado pelo crescimento dos ramp-up das plataformas que entraram em produção em 2018 e 2019.

A performance dos campos do pré-sal foi responsável por 57% da produção de óleo no segundo trimestre do ano. Como parte do movimento para desenvolver novos mercados e adicionar valor à exportação do petróleo do pré-sal, a Petrobras inaugurou uma tancagem de óleo cru no porto de Qingdao, na província chinesa Shandong.

De acordo com a estatal, a escolha do local foi estratégica, já que em 2019 a China foi o destino de aproximadamente 75% do volume de óleo cru exportado, dos quais grande parte tem como destino refinadores independentes de Shandong e regiões adjacentes.

No entanto, a produção nos campos do pós-sal diminui 16,7%, atingindo 700 mil bpd no período, devido à parada definitiva de produção das plataformas P-33 e P-37.

Na área de refino, o volume total de vendas foi de 2,727 milhões de bpd, que engloba Brasil e exterior, caiu 7,0% na comparação anual. O volume total de produção, por sua vez, foi de 1,765 milhões de bpd no segundo trimestre, queda de 4,1%, enquanto a o volume total de vendas alcançou o patamar de 1,745 milhões de bpd, baixa de 2,6%.

No período, as exportações líquidas somaram 217 mil bpd, queda de 3,6%. A importação alcançou 389 mi bpd no segundo trimestre, alta de 10,5% na quando comparado ao mesmo período de 2018.

A Petrobras alterou sua meta de produção para 2019 diante de problemas nas plataformas de Búzios, que agora prevê uma variação de 2,5% para mais ou menos, passando de 2,8 milhões de boed para 2,7 milhões de boed.

Segundo a estatal, o comissionamento das plantas de gás nas plataformas de Búzios, que já resultaram em melhora operacional em julho, com a produção média retornando ao patamar de 2,7 milhões de boed, o replanejamento da eficiência operacional e do cronograma de entrada de novos poços em Búzios, impactaram na revisão da meta para o ano.

A petrolífera alterou sua meta de produção para 2019 diante de problemas nas plataformas de Búzios, que agora prevê uma variação de 2,5% para mais ou menos, passando de 2,8 milhões de boed para 2,7 milhões de boed.

A estatal disse que o comissionamento das plantas de gás nas plataformas de Búzios, que já resultaram em melhora operacional em julho, com a produção média retornando ao patamar de 2,7 milhões de boed, o replanejamento da eficiência operacional e do cronograma de entrada de novos poços em Búzios, impactaram na revisão da meta para o ano.

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