Prejuízo alcança R$ 2,2 bilhões no 4T19, queda de 32,62%

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Foto divulgação: Oi

São Paulo – A Oi, em recuperação judicial, registrou prejuízo líquido consolidado de R$ 2,263 bilhões no quarto trimestre de 2019, queda de 32,62% na comparação anual. Em 2019, a empresa reverteu o lucro e teve prejuízo de R$ 9 bilhões.

A receita líquida total atingiu R$ 4,914 bilhões no período, 1,8% inferior ante igual intervalo de 2018. O ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) subiu 3,8% no trimestre, para R$ 1,016 bilhão na mesma base de comparação.

A margem ebitda atingiu 20,7% ao final do trimestre, alta de 1,1 ponto percentual (pp) na comparação anual.

No Brasil, a receita líquida total, que inclui residencial, mobilidade, B2B e telefones públicos, foi de R$ 4,862 bilhões no período, queda de 1,9% quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

As Unidades Geradoras de receitas (UGRs) residencial alcançaram 12,659 mil no período, queda de 6,5% na base anual. Na mobilidade, as unidades geradoras foram de 34,006 mil no trimestre, queda de 2% na mesma base de comparação.

O ARPU (receita média mensal por usuário) móvel foi de R$ 16,6 ao final do trimestre na comparação anual, alta de 0,6%. O ARPU do segmento residencial subiu 0,8% no período, para R$ 79,9 na mesma base de comparação.

Os custos operacionais totais somaram R$ 3,897 bilhões no trimestre, queda de 3,1% na comparação anual, enquanto os custos operacionais no Brasil caíram 3,6% e totalizaram R$ 3,8 bilhões na mesma base de comparação.

Ao final do trimestre, a dívida da líquida da Oi era de R$ 15,927 bilhões. O caixa disponível, por sua vez, era de R$ 2,3 bilhões.