Petrobras tenta mitigar impacto de naufrágio de módulos da P-71

Por Gustavo Nicoletta

São Paulo – A Petrobras avalia se será possível evitar atrasos na construção e montagem da P-71 após o naufrágio de dois módulos de geração de energia da plataforma, segundo comunicado enviado pela companhia à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O documento vem em resposta a uma reportagem do jornal “Valor Econômico” segundo a qual a empresa pode perder US$ 3,8 bilhões se houver perda total dos equipamentos naufragados e isso resultar em atraso de um ano no cronograma de construção da P-71.

“Análises, preliminares, indicam que, ainda que ocorra a perda integral dos módulos, é possível mitigar o impacto do acidente na conclusão da obra de construção e montagem da unidade”, disse a Petrobras, acrescentando que “está envidando todos os esforços necessários para que não haja atraso na data prevista de entrada em operação da plataforma P-71, tampouco perda de receita para o consórcio. A Petrobras não reconhece os valores mencionados na notícia”.

No sábado (18), a balsa Locar V e dois módulos da Plataforma P-71 naufragaram próximo ao litoral de Itajaí, em Santa Catarina, após o transporte dos módulos de geração de energia M-15 e M-16 para o estaleiro Jurong, em Aracruz, no Espírito Santo, onde foi contratada a integração da plataforma.

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