IGP-M sobe 2,29% em nova prévia de fevereiro, diz FGV

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São Paulo, 18 de fevereiro de 2021 – O Indice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 2,29% na segunda prévia de fevereiro, após avançar 2,37% em igual período do mesmo indicador em janeiro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com isso, o IGP-M acumula altas de 4,93% no ano e de 28,64% em 12 meses, até meados deste mês.

A abertura do IGP-M mostra que, na passagem da segunda prévia do mês passado para a mesma leitura deste mês, o Indice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) praticamente manteve o ritmo de alta e subiu 2,98% em fevereiro, de +3,08% em janeiro; o Indice de Preços ao Consumidor (IPC) desacelerou a 0,29% neste mês, de +0,42% no mês passado, enquanto o Indice Nacional de Custo da Construção (INCC) também manteve o ritmo de alta e subiu 1,00%, de +0,97%, na mesma base de comparação.

Em relação aos subgrupos do IPA, nos estágios, o índice relativo aos bens finais desacelerou a alta, passando de 0,97% em janeiro para +0,66% em fevereiro, na segunda prévia, sendo que a maior contribuição veio do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de +0,46% para -1,78%. Em bens intermediários, houve alta de 3,76%, de +1,89%, na mesma base de comparação, enquanto as matérias-primas brutas também desaceleraram o ritmo e subiram 4,11%, de +5,71%, no mesmo período.

Já nos itens de origem, o IPA agrícola apagou totalmente a queda de 1,43% em janeiro e saltou 3,49% em fevereiro, ambos na segunda prévia, enquanto o IPA industrial reduziu a alta a 2,78%, de +4,99%, no mesmo período.

Entre os subgrupos do IPC, cinco das das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo nas taxas de variação de preços, com destaque para o grupo Alimentação (+1,32% para 0,11%). Nessa classe de despesa, vale citar o comportamento do item frutas (+6,21% para -0,46%).

No componente do INCC, o índice relativo a materiais, equipamentos e serviços subiu 1,98% neste mês, após alta de 1,39% no mês passado, na segunda prévia, enquanto o índice que mede o custo da mão de obra oscilou em alta de 0,05%, de +0,58%, no mesmo período.