Hapvida protocola na ANS termo antecipado do capital baseado em riscos

241
Foto divulgação: Hapvida

São Paulo – A Hapvida informou que protocolou junto à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) o termo de adoção antecipada do modelo padrão de Capital Baseado em Riscos (CBR) na apuração do capital regulatório em substituição à Margem de Solvência (MS), conforme resolução da própria agência reguladora.

Pelas regras atuais, todas as operadoras que estão em fase de constituição escalonada da margem de solvência precisam observar percentual de apuração de 81,6%. O percentual de é acrescido de 0,615% ao mês até atingir 100,0% ao final de 2022.

Segundo a companhia, essa adoção antecipada possibilitará reduzir o percentual da margem de solvência dos atuais 81,6% para 75,0%, fazendo com que haja uma liberação de capital regulatório da ordem de R$ 107 milhões.

O percentual da margem de solvência da Hapvida permanecerá congelado em 75% até dezembro de 2022, quando a adoção do modelo de capital baseado em riscos será obrigatória para todas as operadoras de saúde e a margem solvência.

“O referido congelamento do percentual em 75,0% evitará, ainda, a necessidade de observação adicional no patrimônio líquido ajustado de cerca de R$ 10 milhões ao mês (calculado considerando valores nominais de março/2020, incluindo todas as operadoras do sistema Hapvida)”, diz o comunicado.