FGV: IGP-M sobe 1,95%  na 1ª prévia de março, de +1,92% em fevereiro

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 1,95% na primeira prévia de março, após avançar 1,92% em igual período do mesmo indicador em fevereiro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com isso, o IGP-M acumula alta de 29,83% em 12 meses, até meados deste mês.

A abertura do IGP-M mostra que, na passagem da primeira prévia do mês passado para a mesma leitura deste mês, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 2,33% em março, de +2,54% em fevereiro; o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) acelerou a 0,79% neste mês, de +0,19% no mês passado, na primeira prévia, enquanto o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também manteve o ritmo de alta e subiu a 1,24%, de +0,60%, na mesma base de comparação.

Em relação aos subgrupos do IPA, nos estágios, o índice relativo aos bens finais acelerou a alta, passando de 0,21% em janeiro para +1,62% em março, na primeira prévia, sendo que a maior contribuição veio do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de -2,81% para +0,16%. Em bens intermediários, houve alta de 5,32%, de +2,34%, na mesma base de comparação, influenciado pelo subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção. Já as matérias-primas brutas desaceleraram o ritmo e subiram 0,46%, de +4,45%, no mesmo período.

Já nos itens de origem, o IPA agrícola desacelerou a alta de 3,42% em fevereiro e subiu 0,64% em março, ambos na primeira prévia, enquanto o IPA industrial reduziu a alta a 2,18%, de +3,01%, no mesmo período. 

Entre os subgrupos do IPC, cinco das das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo nas taxas de variação de preços, com destaque para o grupo Transportes (+0,96% para 3,38%). Nessa classe de despesa, vale citar o comportamento do item gasolina (+2,88% para +10,00%).

No componente do INCC, o índice relativo a materiais e equipamentos subiu 2,57% neste mês, após alta de 1,23% no mês passado, na primeira prévia. Já o item serviços oscilou de +0,71% para +0,67%, enquanto o índice que mede o custo da mão de obra oscilou em alta de 0,08%, de +0,28%, no mesmo período.