Evans, do Fed, reafirma compromisso com acomodação monetária

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São Paulo – O presidente da unidade Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de Chicago, Charles Evans, reafirmou o compromisso com a acomodação monetária para apoiar a economia dos Estados Unidos durante a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.

“Deve levar anos para que a inflação chegue a 2%, o que significa que a política monetária será acomodatícia por um longo tempo”, disse ele no texto de seu discurso. “Isso se traduz em taxas de juros baixas por muito tempo e indica que o Fed provavelmente manterá o programa atual de compra de ativos por um tempo”, acrescentou.

Evans, que este ano tem direito a voto, afirmou que em termos de recuperação, o progresso de vacinas tem sido muito positivo e a tendência é de que a crise de saúde seja controlada ao longo deste ano.

O chefe do Fed de Chicago reiterou a opinião de que o Fed deveria ultrapassar agressivamente a meta para trazer a inflação de volta para uma média de 2%.

“Fazer a inflação acelerar com ímpeto e entregar taxas em torno de 2,5% é importante para atingir nosso objetivo de inflação da maneira mais oportuna possível “, afirmou.