Economistas voltam a reduzir estimativa para o PIB em 2019

Por Flávya Pereira

São Paulo – Os economistas ouvidos pelo Banco Central reduziram a estimativa para o crescimento da economia brasileira em 2019, de 0,83% para 0,80%, segundo o relatório de mercado Focus. Para 2020, a estimativa de crescimento econômico doméstico passou de 2,20% para 2,10%.

Enquanto para 2021 e 2022, os economistas mantiveram a estimativa de crescimento de 2,50%, cada, seguindo neste nível há 128 semanas e há 70 semanas, respectivamente.

Em relação à dívida líquida do setor público e o PIB, a previsão para 2019 recuou de 56,50% para 56,39%, enquanto para 2020, a estimativa caiu de 58,53% para 58,50%, na terceira revisão seguida. Para os próximos anos, porém, a estimativa é positiva. Para 2021, a relação da dívida líquida subiu de 60,53% do PIB para 60,60%, enquanto para 2022 foi de 61,75% para 61,90% do PIB.

Em relação ao resultado primário consolidado, a estimativa para 2019 oscilou em baixa de -1,34% para -1,37% do PIB, pela segunda vez consecutiva, enquanto para 2020 permaneceu em -1,00% do PIB pela nona semana seguida. Para 2021, a previsão se manteve em -0,40% do PIB, já para 2022, o mercado financeiro manteve a previsão de resultado positivo, de +0,20% do PIB, pela segunda vez, respectivamente.

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