Derrotas no Congresso podem pesar na Bolsa; atenção às companhias aéreas

São Paulo – O retorno das preocupações com a articulação política no Congresso e a Guerra Comercial no exterior trazem uma nova onda de aversão ao risco aos mercados. Por aqui, os agentes do mercado podem demonstrar alguma preocupação com a articulação política no Congresso, após nova derrota do governo no caso do orçamento impositivo, o que pode trazer nova onda de pessimismo na Bolsa.

Segundo relatório matinal da Correparti, adiamento de votações importantes no Congresso, relatos sobre mudanças no teto de gastos e o julgamento do STF sobre a necessidade de privatizações passarem pelo Legislativo, que continua hoje à tarde, acentuam a tendência de aversão ao risco.

Cresce o pessimismo na indústria de materiais de construção. No mês de maio, 38% das empresas do setor se manifestaram pessimistas sobre as ações do governo Bolsonaro para o setor, somadas a 54% que veem as ações com indiferença e apenas 8% com algum otimismo com o governo neste mês, em janeiro esse número era 56%, diz pesquisa da Abramat.

A demanda aérea total da Azul Linhas Aéreas aumentou 26,7% no mês de maio, em relação ao mesmo mês de 2018, enquanto a oferta por assentos teve uma ampliação de 20,4% no mesmo intervalo de tempo, o que fez a taxa de ocupação das aeronaves melhorar 4,2 pontos percentuais, atingindo 84,3% no mês. Sempre lembrando que em maio de 2018 a greve dos caminhoneiros prejudicou e paralisou boa parte do setor aéreo.

A Marfrig confirmou o fechamento de um frigorífico em Paranaíba, no Mato Grosso do Sul. O encerramento das atividades na planta ocorre devido a decisão da companhia. A planta tem capacidade estimada para o abate de 700 cabeças por dia. Contudo a empresa não informou se a decisão refletirá em demissões.

A Via Varejo e a Airfox, startup de tecnologia financeira, que anunciaram uma parceria no ano passado, lançaram o banQi, um banco digital que chega ao mercado para oferecer serviços de pagamento e produtos acessíveis, sem custos, que serão disponibilizados de forma inclusiva.

A Ambev pretende inaugurar 31 usinas solares no Brasil até março de 2020, como forma de abastecer os 94 centros de distribuição direta da companhia (CDDs).

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