Cassi rejeita proposta de reforma estatutária

Por Gustavo Nicoletta

São Paulo – Os associados da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), operadora de plano de saúde dos empregados da instituição financeira, rejeitaram uma proposta de reforma no estatuto que tinha como objetivo equilibrar as contas da entidade.

A aprovação da reforma estatutária da Cassi resultaria em uma despesa extra de R$ 586 milhões ao Banco do Brasil em 2019, mas não alteraria os resultados esperados para este ano, segundo a empresa.

A proposta de reforma estatutária da Cassi criaria pisos de contribuição para os associados e para o Banco do Brasil, elevando o volume de recursos recebidos pela operadora. Com isso, a expectativa era de que ela voltasse a apresentar a margem de solvência mínima exigida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

As mudanças, segundo a Cassi, representariam o ingresso de R$ 771,7 milhões adicionais até o final de 2019. A contribuição extra dos associados chegaria a R$ 181,2 milhões.

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