Casos globais de covid-19 passam de 255 milhões; Europa retoma restrições

Certificado digital de vacinação contra covid-19 da União Europeia (UE) / Foto: UE

São Paulo – O número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus no mundo passa de 255 milhões, segundo dados compilados pela Universidade Johns Hopkins, e agora soma 255.156.395. As mortes globais por covid-19 totalizam 5.126.916.

Nos Estados Unidos, país que possui o maior número de contaminações e de mortes no mundo, as infecções somam 47.420.139 e as mortes por covid-19 totalizam 767.435.

Depois dos Estados Unidos, a Índia tem o maior número de infecções provocadas pelo novo coronavírus, com 34.478.517 casos, e 464.623 óbitos. O Brasil, que aparece em terceiro lugar em número de casos de covid-19, tem 21.977.661 infectados. As mortes no país totalizam 611.851.

O Reino Unido tem o maior número de casos da Europa e o quarto maior do mundo, totalizando 9.725.570 infeções, com 143.801 mortes. A França, por sua vez, tem 7.433.575 infecções e 119.281 óbitos pela doença, seguido pela Espanha, com 5.067.712 casos e 87.775 mortes.

O avanço de casos na Europa tem levado países a retomares medidas de contenção. A Irlanda seguiu a Holanda e a Áustria ao reimpor as restrições por covid-19 à sua população. Novas restrições também devem ser anunciadas na Espanha, Itália e Alemanha nos próximos dias.

Os 16 líderes regionais da Alemanha se reúnem hoje para considerar medidas como a exigência exames ou comprovante de vacinação para ir ao trabalho ou usar transporte público. Várias regiões alemãs, notadamente a capital Berlim, já proibiram o acesso a lugares como cinemas, cabeleireiros, restaurantes e ginásios para pessoas não vacinadas.

A Alemanha tem a menor taxa de vacinação na Europa, junto com o Reino Unido, com apenas 67% dos população agora totalmente vacinada – atrás da Espanha, Itália e França.

O sistema de contagem da Johns Hopkins compila informações da Organização Mundial da Saúde, do Centro de Controle de Doenças norte-americano e do Centro de Controle e Prevenção de Doenças europeu, além de relatos da mídia, de departamentos locais de saúde e comunicados online de médicos e outros profissionais da saúde.