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    São Paulo, 16 de setembro de 2020 – A doença inexplicada que surgiu em testes da vacina experimental contra o novo coronavírus desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford não está relacionada com a vacina em si, de acordo com documentos da universidade.

    Em uma carta enviados aos participantes do teste, a Universidade de Oxford disse que, no teste atual, foram realizadas análises de segurança quando os voluntários desenvolveram “sintomas neurológicos inexplicáveis, incluindo alterações de sensação ou fraqueza nos membros”, e que o estudo foi pausado
    enquanto a revisão de segurança acontecia.

    “Após uma revisão independente, essas doenças foram consideradas improváveis de estar associadas à vacina ou não havia evidências suficientes
    para afirmar com certeza se as doenças estavam ou não relacionadas à vacina”, segundo a carta. “Em cada um desses casos, após considerar as informações, os revisores independentes recomendaram que as vacinações deveriam continuar”.
    Os testes do candidato à vacina já foram retomados no Reino Unido e na África do Sul, e continuam suspensos nos Estados Unidos.

    Cristiana Euclydes