RADAR DO DIA: Atenção a manifestação pró-governo, Usiminas e Magazine Luiza

Por Gustavo Nicoletta

São Paulo – Os investidores devem reagir nesta segunda-feira, dia de feriado nos Estados Unidos e de volume de negócios possivelmente reduzido no mercado brasileiro, às manifestações em prol do governo no fim de semana.

As manifestações tiveram adesão semelhante à dos protestos contra o congelamento de gastos, defenderam as reformas propostas pelo presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça, Sérgio Moro, e se voltaram contra integrantes de outros poderes, entre eles o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tido como o líder do centrão – bloco informal e majoritário no Congresso que tem feito alterações em propostas apresentadas pelo Planalto.

No setor corporativo, a Usiminas informou que seu conselho de administração aprovou R$ 1,234 bilhão em investimentos para reformar o Alto-Forno 3 da Usina de Ipatinga (MG) até o ano de 2022. Grande parte do desembolso (R$ 1,147 bilhão) será feito entre 2020 e 2021.

Os investimentos envolvem compra e montagem de equipamentos, serviços e outros itens, e o alto-forno continuará funcionando normalmente até meados de 2021, quando a reforma será concluída. O conselho da Usiminas também aprovou R$ 143,9 milhões em investimentos para a construção de um novo gasômetro na usina. O gasômetro terá capacidade de 150.000 metros cúbicos e armazenará gases de gases de Aciaria (LDG) e de Alto-Forno (BFG).

No setor de varejo, o Magazine Luiza elevou o preço ofertado pelas ações da Netshoes de US$ 2,00 para US$ 3,00 cada, o que resultaria numa oferta total de US$ 93 milhões pela companhia – proposta superior à da Centauro, que havia ofertado US$ 2,80 por papel da Netshoes.

A Marfrig informou que a adesão à oferta de notas sêniores feita pela empresa somou o montante de US$ 560,2 milhões, com todas as ofertas aceitas. Deste total, US$ 6,288 milhões são referentes às notas com vencimento em 2021 e US$ 553,912 milhões das notas com vencimento em 2023.

O conselho de administração da Cielo estabeleceu em 30% do lucro líquido apurado a distribuição de dividendos referentes ao segundo, terceiro e quarto trimestres deste ano.

Segundo a empresa, a medida reflete o ambiente competitivo do mercado e o acirramento pela disputa em Market share nos últimos meses. A empresa também decidiu “descontinuar” a projeção de guidance de lucro líquido entre R$ 2,3 bilhões e R$ 2,6 bilhões para o ano de 2019.

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