Prejuízo líquido cai e soma R$ 194,6 mi no segundo trimestre

Por Allan Ravagnani

São Paulo – A Gol Linhas Aéreas Inteligentes apurou um prejuízo líquido depois da participação minoritária de R$ 194,6 milhões, uma queda de 89,75% frente ao prejuízo líquido de R$ 1,9 bilhão durante o mesmo trimestre de 2018.

No resultado do deste período, foi registrada variação cambial e monetária positiva de R$ 170 milhões, comparada à variação cambial e monetária negativa de R$1,7 bilhão no ano passado.

A receita operacional líquida atingiu R$ 3,1 bilhões, alta de 33,4% na mesma base de comparação, devido principalmente ao aumento de receita de passageiros e de receitas com franquia e excesso de bagagem na comparação com igual período no ano passado.

A taxa de ocupação da companhia aumentou 3,9 pontos percentuais para 82% no trimestre, uma vez que o incremento da demanda foi superior ao aumento de oferta, impulsionando a subida do yield em 23,4%.

RESULTADO OPERACIONAL

O ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 814,7 milhões, um aumento de 110,5% na base anual. A margem ebitda foi de 25,9%, 9,5 p.p. superior. O impacto do incremento de 5,58 centavos (R$) no receita por passageiro e o aumento de 2,04 centavos no custo por passageiro ex-depreciação resultou em um ebitda por assento-quilômetro disponível de 7,17 centavos.

O yield líquido da companhia avançou 23,4%, para R$ 0,3176 no período de abril a junho deste ano. O preço do litro do combustível ficou em R$ 2,98, 9,8% a mais quando comprado com o mesmo período do ano passado.

FROTA

Ao final do trimestre, a frota total da Gol era de 127 aeronaves Boeing 737, sendo 120 737 NGs e 7 MAXs. Todas as aeronaves MAX da companhia foram paralisadas em 11 de março.

Ao final de junho de 2018, a frota total da Companhia era de 119 aeronaves Boeing 737 com 117 em operação, uma aeronave subarrendada para outra companhia aérea e a aeronave MAX 8 que estava em preparação para entrada em serviço.

A idade média da frota da Companhia foi de 9,8 anos ao final do trimestre. Em 30 de junho de 2019, a Gol possuía 129 pedidos firmes para aquisição de aeronaves Boeing 737 MAX, que incluem 99 pedidos de 737 MAX-8 e 30 pedidos de 737 MAX-10.

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