Lucro cai e soma R$ 76 milhões no 1T19

São Paulo, 18 de abril de 2019 – O lucro líquido da Usiminas caiu 52% no primeiro trimestre de 2019, na comparação com o mesmo período do ano anterior e somou R$ 76 milhões.

A receita aumentou 8,9% no mesmo intervalo, para R$ 3,532 bilhões, principalmente em função dos maiores preços e volumes de venda de minério de ferro no período. O ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) recuou 23,8%, para R$ 474 milhões.

As vendas de aço da companhia tiveram queda de 7,8% no trimestre, com 1,004 milhão de toneladas, enquanto as vendas de minério de ferro cresceram 4,9%, para R$ 1,896 milhão de toneladas.

O capex da empresa no primeiro trimestre somou R$ 88,6 milhões, queda de 63,2% na comparação com o trimestre anterior. Os investimentos foram aplicados, principalmente, em sustaining capex, segurança e meio ambiente, sendo 75% na unidade de siderurgia, 23% na unidade de mineração, 1% na unidade de transformação do aço e 1% na unidade de bens de capital, aproximadamente.

A dívida bruta consolidada no fim do trimestre era de R$ 5,5 bilhões, redução de 6,1% em relação à de 31/12/18, principalmente em função do pagamento do valor correspondente à totalidade do excedente de caixa.

A composição da dívida era de 3% no curto prazo e 97% no longo prazo, contra 8% no curto prazo e 92% no longo prazo no final do último trimestre do ano passado. A dívida líquida consolidada em 31/03/19 era de R$ 3,7 bilhões, uma redução de 10,5% em relação a 31/12/18. O indicador dívida líquida por ebitda encerrou o trimestre em 1,5x, contra 1,6x no quarto trimestre.

PRODUÇÃO

A produção de aço bruto na usina de Ipatinga foi de 800 mil toneladas no trimestre, contra 714 mil toneladas no quarto período de 2018, um aumento de 12%, principalmente devido à redução de produção no trimestre anterior, em função de parada programada para manutenção do Alto Forno 3.

A produção de laminados nas usinas de Ipatinga e Cubatão totalizou 1 milhão de toneladas nos primeiros meses do ano, estável em relação ao quarto trimestre de 2018, que foi de 1,04 milhão de toneladas. Entre janeiro e março foram processadas 356 mil toneladas de placas adquiridas, contra 319 mil toneladas.

Allan Ravagnani / Agência CMA

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