Bolsa e dólar fecham praticamente estável à espera da CCJC

Por Eduardo Puccioni e Flavya Pereira

São Paulo – O Ibovespa encerrou as negociações de hoje praticamente estável, com ligeira alta de 0,01% aos 94.591,06 pontos. Os investidores seguem esperando pela sessão da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), na Câmara dos Deputados, para votação da proposta da reforma da Previdência que acontece amanhã.

Leonardo Ramos, sócio da DNAinvest explica que se aprovada a Previdência com economia perto de R$ 1,0 trilhão, que o Ibovespa pode voltar aos 100 mil pontos, mas que se a economia ficar perto de R$ 500,0 bilhões os investidores ainda podem sofrer um baque e a Bolsa demorar mais para voltar a subir. “Aprovado logo a Previdência podemos partir para o próximo assunto, que é a reforma tributária”, acrescentou Ramos.

O especialista afirma ainda que o mercado não aguenta mais esperar a aprovação da reforma e que o governo não tem se mostrado muito eficiente para que essa aprovação aconteça o quanto antes. “O mercado não aguenta mais esperar”, disse Ramos, lembrando ainda que hoje foi feriado de Páscoa na Europa, onde os mercados permaneceram fechado e isso enxugou a liquides no Brasil.

“Amanhã seguiremos esperando detalhes da CCJC. Qualquer discurso antes ou durante a sessão pode mexer com o mercado de ações, mas sem uma definição para o mercado por enquanto. Vamos esperar a sessão”, afirmou o especialista.

O dólar comercial fechou com leve alta de 0,05% no mercado à vista, negociado a R$ 3,9340 para venda, em sessão de liquidez reduzida no mercado de câmbio global em razão do feriado de Páscoa na Europa, Hong Kong e na Oceania. O mercado local foi impactado também pela cautela dos investidores à véspera da possível votação da proposta de reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) na Câmara dos Deputados.

Ao longo do dia, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, declarou que o texto “vai passar bem” amanhã na Comissão, o que levou a moeda estrangeira a renovar mínimas (R$ 3,9140, -0,46%) no fim da primeira parte dos negócios. Já o secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, prometeu que entre hoje e amanhã, devem ser anunciadas mudanças no texto do Previdência.

“As declarações um pouco otimistas do Maia e do Marinho trouxeram mais expectativa ao mercado, que segue cético ao que vem amanhã. Isso fez preço no fim do pregão”, diz o economista da Tendências Consultoria, Silvio Campos. Na última hora de negócios no mercado à vista, o dólar chegou a renovar máximas (a R$ 3,9360, +0,10%), enquanto o contrato para maio no mercado futuro chegou a avançar quase 0,50% com o mercado “receoso” quanto à CCJC amanhã, dizem os analistas.

Amanhã, com a agenda de indicadores fraca, os analistas reforçam que o foco do mercado se voltará à Previdência. “Não só para ver se o parecer realmente será votado como também para saber o que foi revisado no texto e o impacto disso na reforma. Tende a ser um dia de mercado cauteloso”, comenta o operador de câmbio da corretora Advanced, Alessandro Faganello.

Para Campos, porém, as tais mudanças tendem a não surtir efeito na estimativa de economia de R$ 1,1 trilhão no período de 10 anos. “Parece ser mudanças bastante marginais a ponto de não impactar a projeção de redução fiscal”, pondera.

O Ibovespa encerrou as negociações de hoje praticamente estável, om ligeira alta de 0,01% aos 94.591,06 pontos. Os investidores seguem esperando pela sessão da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), na Câmara dos Deputados, para votação da proposta da reforma da Previdência que acontece amanhã.

Leonardo Ramos, sócio da DNAinvest explica que se aprovada a Previdência com economia perto de R$ 1,0 trilhão, que o Ibovespa pode voltar aos 100 mil pontos, mas que se a economia ficar perto de R$ 500,0 bilhões os investidores ainda podem sofrer um baque e a Bolsa demorar mais para voltar a subir. “Aprovado logo a Previdência podemos partir para o próximo assunto, que é a reforma tributária”, acrescentou Ramos.

O especialista afirma ainda que o mercado não aguenta mais esperar a aprovação da reforma e que o governo não tem se mostrado muito eficiente para que essa aprovação aconteça o quanto antes. “O mercado não aguenta mais esperar”, disse Ramos, lembrando ainda que hoje foi feriado de Páscoa na Europa, onde os mercados permaneceram fechado e isso enxugou a liquides no Brasil.

“Amanhã seguiremos esperando detalhes da CCJC. Qualquer discurso antes ou durante a sessão pode mexer com o mercado de ações, mas sem uma definição para o mercado por enquanto. Vamos esperar a sessão”, afirmou o especialista.

O dólar comercial fechou com leve alta de 0,05% no mercado à vista, negociado a R$ 3,9340 para venda, em sessão de liquidez reduzida no mercado de câmbio global em razão do feriado de Páscoa na Europa, Hong Kong e na Oceania. O mercado local foi impactado também pela cautela dos investidores à véspera da possível votação da proposta de reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) na Câmara dos Deputados.

Ao longo do dia, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, declarou que o texto “vai passar bem” amanhã na Comissão, o que levou a moeda estrangeira a renovar mínimas (R$ 3,9140, -0,46%) no fim da primeira parte dos negócios. Já o secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, prometeu que entre hoje e amanhã, devem ser anunciadas mudanças no texto do Previdência.

“As declarações um pouco otimistas do Maia e do Marinho trouxeram mais expectativa ao mercado, que segue cético ao que vem amanhã. Isso fez preço no fim do pregão”, diz o economista da Tendências Consultoria, Silvio Campos. Na última hora de negócios no mercado à vista, o dólar chegou a renovar máximas (a R$ 3,9360, +0,10%), enquanto o contrato para maio no mercado futuro chegou a avançar quase 0,50% com o mercado “receoso” quanto à CCJC amanhã, dizem os analistas.

Amanhã, com a agenda de indicadores fraca, os analistas reforçam que o foco do mercado se voltará à Previdência. “Não só para ver se o parecer realmente será votado como também para saber o que foi revisado no texto e o impacto disso na reforma. Tende a ser um dia de mercado cauteloso”, comenta o operador de câmbio da corretora Advanced, Alessandro Faganello.

Para Campos, porém, as tais mudanças tendem a não surtir efeito na estimativa de economia de R$ 1,1 trilhão no período de 10 anos. “Parece ser mudanças bastante marginais a ponto de não impactar a projeção de redução fiscal”, pondera.

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