Banco nega favorecimento a petistas como afirmou Palocci

Por Allan Ravagnani

São Paulo – O Itaú Unibanco negou que tenha favorecido candidatos petistas em doações eleitorais em troca de facilidades na aprovação da fusão entre os bancos Itaú e Unibanco, como revelado pelo ex-ministro petista Antonio Palocci, em um trecho vazado de se seu acordo de delação premiada.

Segundo o banco, nas eleições presidenciais de 2006, 2010 e 2014, todos os valores doados aos candidatos que lideravam as pesquisas foram iguais. Em 2006 foram doados oficialmente R$ 3,5 milhões para Lula e Geraldo Alckmin, de forma igualitária, em 2010, R$ 4 milhões para Dilma e para Serra, e em 2014, mais R$ 4 milhões para Dilma e para Aécio Neves.

“A fusão entre Itaú e Unibanco foi aprovada por todas as autoridades competentes, seguindo estritamente seus fluxos e ritos de aprovação. Vale destacar que foram impostas uma série de condições para aprovar a operação, todas inteiramente atendidas pelo Itaú Unibanco”, completa a nota.

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